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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Deuses Sumérios

MARDUK

Marduque, Marduk ou Merodaque, como é apresentado na Biblia, é um deus protetor da cidade da Babilónia, pertencente a uma geração tardia de deuses da antiga Mesopotâmia. Era filho de uma relação incestuosa entre Enki e Ninhursag. Foi pai de Dumuzi (que seria o bíblico Tamuz) que corresponde ao deus egipcio Osíris. A sua consorte era Sarpanitu. Possuía quatro olhos e ouvidos (via e ouvia tudo), e de sua língua saía uma chama; apesar de tudo, era considerado muito belo.



NINURTA

Ninurta ou Inurta era o deus dos combates no tempo dos sargônidas na mitologia babilônica; consideram-no, os estudiosos, um deus emigrado da religião naturista.Nos arcaicos tempos sumérios, era o senhor de Girsu (Nim Girsu), o quarteirão sagrado de Lagash, quando desempenhava o papel de deus da fertilidade, presidindo as cheias dos rios que traziam a abundância do adubo que permitia a prática da agricultura. Na época assíria, seus símbolos eram armas mas já houvera sido uma charrua.


Na figura de Ninurta se confundem muitas outras divindades: Inshushinak, o deus de Susa, Zababa, o deus de Kish e muitos outros. Assim como se confundem vários deuses consigo, também lhe atribuem uma poligamia pois, ora é esposo de Babu, ora de Gula, divindades diferentes que presidiam a saúde dos homens.



NERGAL

Era o deus (dingir) sumério da guerra e da morte. Tinha por esposa a deusa Ereshkigal.O atrevido e impetuoso Nergal era filho de Enlil, deus do Ar, e Ninlil , deusa dos Cereais. Como filho primogênito do casal, nasceu do estupro sofrido por sua mãe, diante dos portões do reino infernal de Ereshkigal. Viveu toda a sua infância e juventude entre os deuses Anunnaki, até o dia em que ousou ofender Namtar, representante oficial de Ereshkigal, afirmando total indiferença contra Ereshkigal, uma deusa a quem nunca vira. Até aquele momento, a soberba de Nergal havia provocado nos demais deuses diversão e surpresa, porém naquele instante instaurou o horror e a reprovação por parte de todos, já que sabiam que a rainha do Inferno não seria condescendente com seu desprezo.

NAMMU

Segundo os mitos das regiões mesopotâmicas, Nammu ou Namma é uma deusa primordial, a mãe de todos os deuses e deusas, do céu e da terra; cujo nome é descrito por um pictograma que significa "mar primordial"; era a deusa do "mar doce".


Da união dos filhos de Nammu, Anu (Céu) e Antu/Ki (Terra), nasceu Enlil (Ar); quando o deus do Céu, se viu sozinho e chorava copiosamente com saudades da esposa Ki, Nammu então recolheu as lágrimas e gerou Enki, Ereshkigal e Ninki (Damkina). Era uma deusa poderosa e afável, a quem os exorcistas recorriam para livrar possessos do domínio de demônios. É a grande mãe das fontes da vida, é a deusa que nutre e preserva.


ERESHKIGAL

Ereshkigal era uma das grandes divindades sumérias, filha de Anu o antigo senhor do Céu e Nammu, a senhora dos oceanos e irmã gêmea de Enki. O seu nome significa "Senhora da Grande Habitação Inferior" ou ainda "Senhora dos Vastos Caminhos", tal nome indica que é a rainha do inferno, pois "vastos caminhos" tanto como "terras vastas" eram eufemismos para se falar do Inferno, terra cujos caminhos são infindáveis e sem rumo certo. Assim, Ereshkigal é a rainha de Kur-Nu-Gia "A Terra do Não Retorno".

NINGAL

Ningal ("Grande Senhorita"), na mitologia suméria era a deusa da cana, irmã de Enki e Ningikurga e cônjuge do deus da lua Nanna, com quem gerou Utu, o deus filho, Inanna, e em alguns textos, Ishkur. Ningal era cultuada principalmente em Ur, e provavelmente foi primeiro venerada pelos pastores das terras pantanosas do sul da Mesopotâmia.


NINHURSAG

Ninhursag (da língua sumeriana "NIN" (Senhora) e "?URSAG" ou "?UR.SAG" (Montanha sagrada), foi uma deusa ("dingir") Suméria. Com os atributos principais de uma deusa mãe, teve diversos nomes e atributos ao longo da história da Mesopotâmia.

  
ENKI E NINHURSAG

NANNA

ARQUÉTIPOS: SINN


Nanna (sumério: DŠEŠ.KI, DNANNA) era o deus (dingir) sumério da Lua. Era geralmente representado com símbolos lunares (como um crescente sobre a cabeça). Era sobretudo cultuado em Ur. Na Acádia, foi adoptado como Sin ou Sinnu (acádio: Su'en, Sîn).


Filho do deus Enlil e da deusa Ninlil. Quando Ereshkigal permitiu o retorno de Ninlil e Enlil para a morada dos Anunnaki, pediu que Ninlil consagrasse um de seus filhos a ela. Esse filho foi Nanna que permanecia 27 dias no mundo dos vivos e depois desceia para ter com Ereshkigal e retornar ao céu. Foi assim que desposou Ningal, filha de Ereshkigal e gerou os gêmeos: Shamash e Inanna (Isthar).


Embora, mais tarde, na Antiguidade Clássica a Lua fosse associada a deusas (Selena e Ártemis na Grécia; Luna e Diana em Roma), na Antiguidade Oriental era geralmente uma divindade masculina: Nanna na Suméria; Sin na Acádia; Toth e Khonsu no Egito.



ANTU

Antu ou Ki (segundo os sumérios) era a deusa suméria da Terra. Era filha de Anshar e de Kishar esposa de Anu, com que gerou os Anunnaki e os Utukku (Utukki).Antu também era conhecida como a famosa Ninhursag.


SHAMASH

ARQUÉTIPOS: Utu, Babbar


Shamash (em acadiano: Šamaš "Sol") ou, aportuguesado, Chamach, era uma deidade mesopotâmica nativa e o deus sol no panteão acádico, assírio e babiloniano. Shamash foi o deus da justiça na Babilônia e Assíria, correspondendo ao deus Utu sumeriano.


O "Sol" do acadiano šamaš é cognato ao hebraico ??? šemeš e árabe ??? šams.Shamash deriva do acádico Šams, que queria dizer Sol, tal como ainda hoje no árabe moderno.Entra no nome compósito dos reis assírios Shamsi-Adad, invocação simultânea de Shamash e de Adad.


Shamash aparece na história do Mangá Japonês Shaman King como espírito Guardião da Iron Maiden Jeane, líder dos X-Laws. A Participação na trama é bem fiel a sua história, já que é utilizado como ferramenta de Julgamento - Fazendo Alusão a sua participação mística no Código de Hamurabi.



ISHKUR

ARQUÉTIPOS: ADAD


Adad era o deus dos ventos, entre os acádios, sendo representado na iconografia segurando raios na mão.Seria cultuado na Assíria com este mesmo nome (de que é prova o nome dos reis Shamsi-Adad, invocação simultânea de Shamash e de Adad), mas na Babilónia seria conhecido como Bel (mantendo, no entanto, as mesmas atribuições de Adad).


INANNA

DEUSA DO AMOR E FERTILIDADE.
ARQUÉTIPOS: ISHTAR, AFRODITE, VÊNUS.


Inanna era a deusa (dingir) do amor, do erotismo, da fecundidade e da fertilidade, entre os antigos Sumérios, sendo associada ao planeta Vénus. Era especialmente cultuada em Ur, mas era alvo de culto em todas as cidades sumérias.


A sacerdotisa Enheduana compôs 42 hinos em sua homenagem; estes hinos são uma das principais fontes sobre a mitologia suméria.


Surge em praticamente todos os mitos, sobretudo pelo seu carácter de deusa do amor (embora seja sempre referida como a virgem Inanna); por exemplo, como a deusa se tivesse apaixonado pelo jovem Dumuzi, tendo este morrido, a deusa desceu aos Infernos para o resgatar dos mortos, para que este pudesse dar vida à humanidade, agora transformado em deus da agricultura e da vegetação.


É cognata das deusas semitas da Mesopotâmia (Ishtar) e de Canaã (Asterote e Anat), tanto em termos de mitologia como de significado. O dia 2 de Janeiro é tradicionalmente consagrado a esta deusa.



ENKI ( AQUELE CUJO LAR É A ÁGUA )

O SENHOR DA SABEDORIA.
ARQUÉTIPOS - EA,ODIN,POSEIDON,PTAH,NETUNO,IANES,PROMETEU


Entre os Sumérios o deus do (Abzu) das águas doces (Dos rios e dos canais, e da chuva). A água (A para os sumérios) tinha um significado também relacionado com o conhecimento ou sabedoria. Por este motivo Enki era também conhecido como o deus do conhecimento e da sabedoria, portador dos segredos da vida e da morte. O nome Enki significa Senhor da Terra (En significa Senhor, e Ki siginifica Terra em uma referência ao Planeta Terra).


Os seus símbolos iconográficos são o Peixe e a Serpente, o mítico Capricórnio (o qual se tornou um dos doze signos do Zodíaco e cuja ideologia teve a sua base na civilização Suméria). Enki é o filho primogênito de Anu com uma concubina chamada Ninul e tinha por esposa oficial a sua meia irmã Damkina que depois foi nomeada Ninki que significa (Senhora da Terra) filha de Alalu onde este se tornou pai de Enki por matrimônio. Ninki teve filhos com Enki, onde se destacam Marduk (Deus Babilônico' cultuado pelo rei Nabucodonosor), Ningishzidda e Nabu (o biblico Nebo, e também teve filhas com outra meia irmã chamada Ninmah).


A descendência genealógica de Enki narrada em tábuas de argila pelas antigas civilizações começa a se tornar desconhecida após a queda do antigo império Babilônico e o desaparecimento da civilização Suméria; existem paralelos em outras culturas e povos que surgiram posteriormente e que possívelmente continuaram a relatar os acontecimentos com Enki, renomeando o antigo Deus da Suméria. O Deus Egípcio Ptah é um grande exemplo deste paralelo, não somente na semelhança da doutrina como também na cronologia dos fatos e todos os registros arqueológicos, portanto não se pode descartar a possibilidade de haver uma genealogia em toda a cultura do Egito que esteja se referindo ao antigo Deus da Suméria Enki como Ptah.



ENLIL (O DEUS DOS VENTOS)

O MAIOR ENTRE OS DEUSES FILHOS DE ANU.
ARQUÉTIPOS- ZEUS


Enlil era o deus (dingir) sumério do Ar, senhor das tempestades e outras manifestações naturais ligadas à atmosfera (raio e o trovão).


Enlil, acima de tudo, era considerado o conector entre o Céu e a Terra, sendo o responsável pelo distanciamento entre os mesmos. Era também o senhor dos ventos e do ar. Segundo os mitos, assim que nasceu, se colocou entre seu pai Anu (Céu) e sua mãe Antu/Ki (Terra), distanciando-os para sempre. Tal evento provocou um coito interrompido e uma má gestação que ocasionou no nascimento de deuses híbridos, os Utukku.


Os mitos principais de Enlil, estão relacionados com suas disputas com os meio-irmãos Enki e Ereshikigal, o casamento com Ninlil. Quando Enlil ainda era um deus jovem, se apaixonou por Ninlil, mas antes violentou-a antes do casamento. Ninlil, foi até a presença dos grande Anunnaki e pediu justiça. Os 12 grandes deuses decidiram pela morte de Enlil, então ele foi expulso de Dilmun (a casa dos deuses), para habitar com Ereshkigal em Kur-Nu-Gia "A Terra do Não-Retorno".


Porém, Ninlil o amava e decidiu seguí-lo até ao submundo. A chegar diante dos três primeiros portões do reino de Ereshkigal, encontrou com seus guardiões, que na verdade eram disfarces de Enlil. Sob esses disfarces, Enlil convenceu Ninlil de que só poderia passar se lhe cedesse favores amorosos. Ninlil logo percebeu quem era e assim o fez, sendo fecundada e gerando Ashnan, Ninazu, Nergal, Ninurta e Nanna.


Durante o período em que esteve nos domínios de Ereshkigal, teve de se submeter a ela para retornar ao reino dos vivos e assim gerou com ela Namtar, o vizir da rainha infernal.


A tradução do seu nome em sumério dá precisamente «Senhor do Vento» («EN» = Senhor, Lorde; «LIL» = Vento, Ar); uma interpretação "por sentido" do nome seria «Senhor do Comando».



AN (O DEUS DO CÉU)

Anu ou An era o deus (dingir) do Céu, entre os Sumérios. Era filho de Anshar e Ki-shar, e
esposo de Antu ou Ninhusag, com que gerou Enlil. O seu nome parece significar precisamente
céu, ou alternativamente, o zénite do Sol. Era o deus mais venerável e velho entre os
Anunnaki, fazendo parte de uma importante tríade divina, integrada também por Enlil, o deus
dos ventos, e Enki (Ea), o deus das águas.


Era um deus cultuado em toda a Suméria, havendo santuários seus espalhados por todas as
cidades do País.


Quando Tiamat voltou sua ira contra os deuses Anunnaki, Anu prometeu a quem aceitasse
enfrentá-la, o seu trono e o governo do universo. Enki então aconselhou seu filho Marduk a
aceitar a proposta de Anu e lutar contra Tiamat e seu campeão, Kingu. Marduk venceu e
recebeu de Anu o trono divino. An significa senhor na língua suméria.


Quando os Acádios, de origem semita, liderados por Sargão da Acádia, dominaram a Baixa
Mesopotâmia, adoptaram muitos dos deuses sumérios. An foi por estes cultivado sob a forma
de Anu, e embora continuasse a ter um carácter nacional, passou a ser especialmente adorado
na cidade de Uruk.

31 comentários:

  1. Tudo que está escrito acima, é uma verdade verdadeira, conforme provas arqueológicas. Mesmo assim a maioria dos homens atual, continuam acreditando nas fantasias que as religiõs criaram para poder viver e resolver seus problemas do dia á dia, pois eles não sabem viver como ser humano sem estas fantasias. Portanto para o cego que não quer ver a verdade, a vida sempre sará um mistério misterioso...

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    1. E o que difere isso ai em cima das atuais religiões? NADA!


      Cada um com a fantasia que convêm.

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    2. Não confunda: uma coisa é calça e outra é bunda. Uma coisa é a religião revelada pelo único Deus e outra, bem diferente, são os deuses criados pela imaginação humana.

      Ninguém consegue explicar os milagres verdadeiros cujos efeitos podem ser exaustivamente examinados pelos meios mais modernos e atualizados da ciência sem que possam ser provados falsos. Mesmo assim ainda poderiam ser falsos, pois a ciência encontra-se em evolução contínua, entretanto o que ninguém consegue explicar é porque tais fenômenos ocorrem exclusivamente na Santa Igreja Católica e em nenhum outro grupo religioso existente na terra.

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    3. me recomenda o que vc ta usando que o negócio é bom "tais fenômenos ocorrem exclusivamente na Santa Igreja Católica e em nenhum outro grupo religioso existente na terra". em que planeta você vive, meu querido? desde quando milagres só acontecem apenas no catolicismo?

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    4. esses povos da suméria viram muitas coisas, e não pode ser crença porque eles afirmam que viviam com esses "deuses
      "

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    5. Acima de todos esses deuses, que de fato não são deuses e sim criaturas do único e verdadeiro D-us Criador detudo e de todos a quem até eles se submetiam, a esse D-us a quem Abrão descobriu, na antiga Babilônia e resolveu descobrir, e que se oculta por traz da realidade que percebemos com nossos sentidos limitados para que possamos busca-lo e alias iiso é tudo que realmente importa na nossa vida ,mas que só pode ser descoberto com o despertamento de um outro sentido(Sexto sentido) um ponto em nosso coração que precisa ser despertado,o Criador do Universo o único e verdadeiro D-us (Há Teva),Bo-reh (vem e veja)a esse eu meu curvo ,pode ser sim que o ser humano tenha sido parte de um projeto de engenharia genética para se acelerar a evolução, mas ele O Criador controla e domina tudo e até mesmo o pensamento de seres inteligentes, e tudo o que acontece é porque ele quer que aconteça, então hoje como um ser pensante, não adoro ou cultuo criaturas assim como Abrão,mas somente ao Criador de tudo o que existe.ao D-us bendito seja seu nome para sempre.
      Baruch Hashem!

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    6. Esses falsos deuses da antiguidade nada mais são do que a tentativa de personificar e divinizar Ninrode; todos esses deuses são Ninrode divinizado, em cada cultura as deidades ninrodianas aparece com um nome diferente ( Marduk, Osiris, Dagon, Mitra, Horus, Shamash, Moloque e etc ). Ninrode foi aquele que se rebelou contra Deus; e Deus o castigou trazendo o juízo sobre a terra de Sinear, cessando o reino de Babel.

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  2. eu fico com a bunda dos dois

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  3. As religiões nada mais são do que interpretações ruins de relatos históricos. Se hoje uma coisa como o fogo está praticamente no bolso das pessoas, na antiguidade quem o possuísse era considerado um deus, naquela época as pessoas não tinham palavras, conhecimento necessário para descrever determinados fenômenos, como a medicina, a cura era uma coisa nova para eles então descreveram da forma que puderam um "milagre". Essa é minha opinião.

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    1. Cristo é o Alfa e o Ômega, o começo e o fim. Essa história que diz que Cristo existe a cerca de 2000 anos é errada e completamente falsa, pois ele já existia muito antes que apenas 2000, ele já existia desde a eternidade.

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    2. Cristo já existia muito antes de a terra ter sido criada, de o homem ter sido formado, e principalmente: Cristo já existia muito antes de os falsos deuses começarem a surgir! deuses esses que tentaram imitar os atributos do Único e verdadeiro Rei dos Reis; que se apresentaram ao longo da história como falsos messias. Muitos deles ficaram conhecidos no mundo antigo com diversos nomes: Ninrode, Tamuz, Mitra, Osiris, Hórus, Dagon, Shamash, Zeus, Saturno e etc.

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  4. Só uma observação. Tiamata. Eo nome sumerio para Terra nosso planeta...viva aos Humanos Lyrae Power.

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    1. Cristo não tem apenas 2000 anos de história como ensinam as religiões e pressupõe a Ciência. Esse conceito é genérico e falso pois Ele é eterno!
      O Verbo que habitou entre os homens já existia desde o Princípio, antes mesmo da criação da Terra e de tudo que nela fora criado, incluindo o Homem.
      O Alfa e o Ômega (A Palavra) já existia antes mesmo de os falsos deuses começarem a surgir na região considerada berço da civilização da humanidade: Mesopotâmia e entorno.

      Esses "deuses" (anjos caídos) são os espíritos que foram precipitados a Terra, e foram adorados no mundo antigo por antigas civilizações que "desapareceram " ou por algum motivo não existem mais, mas que deixaram vestígios e pistas sobre essas falsas divindades.
      Muitas delas ficaram conhecidas na antiguidade por diversos nomes:
      Tamuz, Marduk, Mitra, Osiris, Hórus, Dagon, Enki, Eli, Enlil, Shamash, Bel, Baal, El, Zeus, Saturno, Júpiter, Dionísio, Inanna, Ishtar, Lilth, Ninhursag, Astarte, Astarote, Vênus, Afrodite e etc.

      Se o Cordeiro Eterno já existia, não teria então os supostos "deuses" tentado atrapalhar o plano da redenção divina confundindo as pessoas pra que elas cressem que Ele não passava de um mito? Afinal semelhantes como Ele e com atributos parecidos já teriam surgido "antes" do seu "nascimento ".

      Pensem em quem é que já existia, e quem de fato surgiu depois.

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  5. Caro UnKnow:

    Esse seu texto é uma preciosidade, parabéns!

    Como tem algum tempo que estudei os Sumérios, não consigo lembrar de certos nomes que talvez você saiba.

    Enlil foi uma espécie de Administrador Celestial que escreveu um código de conduta, cujo nome é "Mês", para o Panteão Sumeriano, porém, houve uma ocasião em que ele, infringindo o seu próprio código ético, deu uma de pedófilo pra cima da deusa Ninfil, e acabou sendo julgado pelo Conselho dos Deuses, na ocasião, presidido por Enki e Ninhursag, onde foi condenado a criar todo o Panteão pertence ao desconhecido lado de baixo do disco Sumeriano da Criação, já que o próprio Enlil havia criado o Lado A Superior.

    Exilado para o Lado B, inferior, ele criou as duas primeiras divindades, e uma delas parece ter recebido um nome com uma sonoridade semelhante a "Chú" (serpente inferior da criação nas crenças egípcias), ou mesmo o próprio Exú, comum ao candomblé afro-brasileiro.

    Você pode me dizer os nomes dessas divindades.

    Antecipadamente, Grato e, mais uma vez, parabéns pela página.
    Dalton.
    (tonbarsan@gmail)

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    1. Erratas: 1- o correto é ler-se Panteão pertencente ao desconhecido...
      2- ...nomes dessas divindades?

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    2. 1 Timóteo 2 versículos 4,5 diz:''o qual deseja que todas as pessoas sejam salvas e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e o ser humano, Cristo Jesus, homem.
      SOU CONVICTA DE QUE SO EXISTE UM DEUS. OS QUE FORAM CITADOS AI EM CIMA SAO CRIATURAS SATÂNICAS QUE SE ESCONDEM ATRAS DE UMA IMAGEM. ACONSELHO QUE TODOS LEIAM A BIBLIA SAGRADA E CONHEÇAM O VERDADEIRO DEUS E SENHOR.

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  6. De fato esta, mystoria é de grande importancia, no contexto religiãso pois antecede a todas. Devemos sim, dar atenção aos nossos ancestrais e dai então entenderemos, de fato, a origem de nossa existencia. Eu, particularmente, aprecio o saber. Mesmo porque não é a toa que Vaticano, significa Vatice Annu ou " Profecias de Anu,e não é mera coincidencia , é fato. Isto é Mystoria, Estoria e Misterio. Jah.

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  7. Senhora Anônimo, a sua Bíblia "sagrada" ou pelo menos o Antigo Testamento, é a História inicial da humanidade traduzida e interpretada de forma equivocada. Lamento dizer-lhe mas estás órfã. "Elohim" significa Deuses (no plural) e o resto vc estuda se tiver interesse, ou permaneça na mediocridade.....

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    1. Um dos princípios mais básicos para um entendimento correto da mensagem da Bíblia é que a Escritura interpreta a Escritura.

      "Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo. 2 Pedro 1:20,21"

      "Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. 2Timóteo 3:16"

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  8. Enki não é arquétipo de Odin, que é o Pai dos Deuses nórdicos e deus da tempestade, como Enlil o é na Mesopotâmia. Odin é arquétipo de Enlil. Enki seria um deus menos voltado para a guerra e mais para a sabedoria. Odin é o deus da Guerra. Ah, Enki também é arquétipo de Cronos, pois está registrado que o pai de Enki/Ea é o planeta Anshar que é Saturno, e Saturno é Cronos na Grécia.

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    1. Pois é....O Livro Perdido de Enki relata exatamente quem era Enlil. Enlil, seu meio-irmão, é o Yahweh, o deus bíblico rancoroso que causou vários morticínios. Enquanto Enki foi o criador da humanidade via Engenharia Genética e que sempre foi o que procurou administrar conflitos com Enlil via diplomacia (o que nunca deu certo)....já os deuses nórdicos, gregos, whatever...são os mesmos "deuses" dos sumérios, apenas trocando nomes e certos contextos (licença poética)...

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    2. Na verdade está oculto uma informação muito importante. Yahweh(Yaué) que foi descrito como deus bíblico, não é YHWH(Yaohu) O Deus dos Yahudins(descendentes de Avrahan)que não é/são os atuais judeus. Alias desde a tradução dos textos sagrados dos Yahudins para o grego SEPTUAGINTA passou-se a adulterar os nomes e as doutrinas dos textos para adaptá-las ás suas crenças. E Roma fez isso com maestria, profanando todos os nomes sagrados dos Yhahudins.

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    3. Alguns seres que aqui comentaram além de serem ignorantes por natureza, são altamente hipócritas! Verdadeiras víboras estúpidas, metidas a doutore(a)s intelectuais!

      Fazem vista grossa e se escarnecem quando o assunto é a palavra de Deus (Bíblia Sagrada). Desprezão sua mensagem afirmando de forma equívoca que seu conteúdo foi inspirado por mente humana e que sendo assim nela haveria "erros" ou adulterações de escrita.

      Mas ao mesmo tempo esses mesmos "sabichões" se apoiam em outros tipos de literatura que de fato é que são produções do imaginário humano pra validar seus conceitos e crendices pessoais!

      Quanta canalhice desses tipos de pessoas, não é mesmo minha gente!?

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  9. Como pode ser citado na Bíblia , se o cristianismo só possui um Deus , e Marduk seria considerado Deus-Protetor ????

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  10. Não aconteceu desse jeito, eu estava LÁ!

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  11. passando aqui para deixar litros de gargalhadas e com muitas palmas para os comentários acima. So deixo aqui um pergunta para calar os inguinorantes que se acham os dententores da verdade e da razão suprema e não conseguiram responder a minha pergunta de forma racional. Bem , minha pergunta é: quem somos nós, de onde vinhemos e para onde estamos indo? rsrs...Boa sorte e se divirtam -se com a religião.

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    1. Eu sou o João. Vim do Ceará e vou para São Paulo. Estou com minha família. Nos somos Cearenses, viemos do Ceará e vamos para SP. Essa foi fácil. "INguinorantes"

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  12. O que há, e sempre houve, é verdadeiramente uma guerra entre deuses. Uma guerra que não podemos sentir seus impactos e nem observá-la, somente com o passar do tempo é que percebemos sua história e seus resultados.

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  13. Alguns seres que aqui comentaram além de serem ignorantes por natureza, são altamente hipócritas! Verdadeiras víboras estúpidas, metidas a doutore(a)s intelectuais!

    Fazem vista grossa e se escarnecem quando o assunto é a palavra de Deus (Bíblia Sagrada). Desprezão sua mensagem afirmando de forma equívoca que seu conteúdo foi inspirado por mente humana e que sendo assim nela haveria "erros" ou adulterações de escrita.

    Mas ao mesmo tempo esses mesmos "sabichões" se apoiam em outros tipos de literatura que de fato é que são produções do imaginário humano pra validar seus conceitos e crendices pessoais!

    Quanta canalhice desses tipos de pessoas, não é mesmo minha gente!?!

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  14. Os Deuses antigos são todos Anunnak, o homem reluta muito aceitar que eles foram nossos criadores. Eu associo os Deus como os Orixas na Umbanda que são 12 Orixas e 7 Exus que são os senhores guardeõs das forças teluricas da terra. todos as entidades estão ligadas as forças da natureza. Os Deuses são divindades do mundo espiritual que por algum misterio em algum momento tiveram forma carnal...Salve os Deuses antigos, os Deus atuais são criação dos humanos...

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  15. A cultura hebraica herdou muita mitologia mesopotâmica de origem suméria-acadiana. Os hebreus tinham ancestrais sumérios. A antiga cidade-estado da Babilônia absorveu a cultura suméria-acadiana. Além da mitologia sumeriana, o zoroastrismo (masdeísmo) da Pérsia exerceu fundamental influência na formação da religiosidade hebraica de então.
    (...)
    A princípio, os hebreus respaldaram-se apenas na mitologia sumeriana, para construir a sua própria, que posteriormente sincretizaram com o zoroastrismo persa, absorvendo principalmente o dualismo e a escatologia zoroástrica, durante o cativeiro da Babilônia. Ao se fazer um estudo comparativo, constata-se a intensa influência das mitologias mesopotâmicas e do zoroastrismo nas escrituras hebraicas e, por conseguinte, na Bíblia, pois o Velho Testamento contém a maior parte dessas escrituras.
    As passagens bíblicas existentes no Gênesis, inerentes à criação do mundo, refletem claramente a intensa influência do épico da criação Enuma Elish. O Gênesis contém uma sucinta síntese do Enuma Elish, dentre outros épicos sumérios da criação, também assimilados pelos babilônios. Enuma Elish é o mito babilônico da Criação, descoberto por Austen Henry Layard, em 1.849 (de forma fragmentada em tábuas de argila), nas ruínas da Biblioteca de Assurbanipal, em Nínive (Mossul, Iraque), e publicado por George Smith, em 1.876.
    (...)
    Abraão era sumeriano de Ur e sincretizou a mitologia suméria ao monoteísmo de Melquisedeque. Durante o cativeiro da Babilônia, os hebreus tiveram um intenso contato com a cultura sumeriana e com o zoroastrismo persa, que faziam parte da cultura babilônica de então. Este fato influenciou a cultura hebraica a ponto de gerar um grande sincretismo entre o supracitado sincretismo feito por Abraão e as crenças babilônicas, que transitavam entre a herança politeísta mitológica suméria-acadiana e a influência do monoteísmo zoroástrico persa, que introduziu precipuamente o dualismo Deus e o Diabo na cultura hebraica, diga-se de passagem. O cativeiro da Babilônia ocorreu em um período de transição entre o politeísmo sumeriano e o monoteísmo zoroástrico, vivido na Babilônia (época que proporcionou grandes impactos na cultura hebraica, e posteridade).
    (...)
    A maior parte das histórias do Velho Testamento encontra paralelo na mitologia sumeriana.
    (...)
    Neste aspecto, a mitologia sumeriana pode conter histórias reais sobre seres extraterrestres, mas com uma forte influência imaginativa, enfatizando o lado fabuloso e sobrenatural, extrapolando a realidade dos fatos, gerando lendas e folclore. A cultura hebraica, por sua vez, assimilou muitas partes da mitologia suméria, sincretizando e adulterando conforme os interesses de seus líderes, que, passando à forma escrita, deu-se origem às sagradas escrituras hebraicas, que formam vários livros, dentre os quais, destaca-se o Tanach, a Bíblia judaica, que corresponde ao Velho Testamento da Bíblia cristã.

    Para saber mais: QUIMERA
    Vídeo

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